Nos céus dos videogames, a série "Ace Combat",
da Namco, tem o controle absoluto do espaço aéreo. A
franquia conseguiu isso com doses precisas de simulador e
acção arcade, uma fórmula tão azeitada
que parece não haver motivos para mudança.
É isso que acontece com "Ace Combat 6: Fires of Liberation", que, em termos de controle, é praticamente igual às últimas edições para o PlayStation 2.
Mas se o Xbox 360 não consegue oferecer mais manejo, deixou os aviões com um nível de detalhes sem precedentes na série. Nas edições para o console da Sony, as aeronaves já eram montadas com minúcia, principalmente nas cenas de replays; agora, na consola da nova geração, o visual está mais exuberante que nunca.
Parece que todas as partes móveis dos aviões foram reproduzidas nos mínimos detalhes. Dá para ver cada flap, cada peça que compõe o bocal do jacto a mexer-se, por exemplo. Além disso, as máquinas voadoras possuem texturas refinadas, aumentando ainda mais o realismo. O trabalho apenas se dá por completo com belos efeitos gráficos como a da sombra própria e da distorção do ar causado pelos jactos. Até dá pena usar a visão em primeira pessoa e tirar da tela esse trabalho magnífico.
Os cenários também ficaram mais complexos: a fase mostrada é uma cidade, mas há muito mais prédios que nas versões anteriores. É quase uma fotografia aérea em 3D. E o brilho do mar a reflectir o sol, as nuvens e o avião a "cortar" o ar deixa tudo mais bonito e realista.
Outra área em que o Xbox 360 faz diferença é o multiplayer - sim, existe essa modalidade para PSP, mas é bem mais limitada. A demonstração da TGS foi em rede local, mas a edição final deve ter todos os modos multijogador online. A regra adoptada no stand foi a "battle royal", ou, traduzindo, é o famoso "DeathMatch", que, na demonstração, logo se tornou num divertido festival de mísseis disparados para todos os lados.
É isso que acontece com "Ace Combat 6: Fires of Liberation", que, em termos de controle, é praticamente igual às últimas edições para o PlayStation 2.
Mas se o Xbox 360 não consegue oferecer mais manejo, deixou os aviões com um nível de detalhes sem precedentes na série. Nas edições para o console da Sony, as aeronaves já eram montadas com minúcia, principalmente nas cenas de replays; agora, na consola da nova geração, o visual está mais exuberante que nunca.
Parece que todas as partes móveis dos aviões foram reproduzidas nos mínimos detalhes. Dá para ver cada flap, cada peça que compõe o bocal do jacto a mexer-se, por exemplo. Além disso, as máquinas voadoras possuem texturas refinadas, aumentando ainda mais o realismo. O trabalho apenas se dá por completo com belos efeitos gráficos como a da sombra própria e da distorção do ar causado pelos jactos. Até dá pena usar a visão em primeira pessoa e tirar da tela esse trabalho magnífico.
Os cenários também ficaram mais complexos: a fase mostrada é uma cidade, mas há muito mais prédios que nas versões anteriores. É quase uma fotografia aérea em 3D. E o brilho do mar a reflectir o sol, as nuvens e o avião a "cortar" o ar deixa tudo mais bonito e realista.
Outra área em que o Xbox 360 faz diferença é o multiplayer - sim, existe essa modalidade para PSP, mas é bem mais limitada. A demonstração da TGS foi em rede local, mas a edição final deve ter todos os modos multijogador online. A regra adoptada no stand foi a "battle royal", ou, traduzindo, é o famoso "DeathMatch", que, na demonstração, logo se tornou num divertido festival de mísseis disparados para todos os lados.